“Tenho medo de dobrar a esquina de casa. Tenho medo de fazer aniversários. Tenho medo de ser mulher. Tenho medo que me magoem. Tenho medo de estarem rindo do quanto eu sou feliz quando alguém me abraça e eu me largo um pouco. Minha cabeça pesa quilos demais pro meu pescoço. Alguém por favor só me segura um pouquinho?”
“Eu causo nas pessoas um tipo de enjôo com meu jeito, com minha carência, com minha ânsia por atenção. Tenho amor incondicional pelas pessoas que entram em minha vida e sinceramente, não sei o quanto isso é bom nos dias atuais.”
“Sou boba, mas não sou burra. Ingênua, mas não santa. Sou pessoa de riso fácil… e choro também!”
“Um dia, perguntei para o psiquiatra: sou bipolar? Ele me disse: de bipolar você não tem nada. Você é sincera e tem sentimentos intensos. E me explicou a origem da palavra sincera, que vem do latim e significa “sem cera”. Antigamente, carpinteiros e escultores usavam cera para disfarçar os defeitinhos de esculturas e móveis de madeira. Então, eles lixavam, passavam verniz e tudo ficava aparentemente perfeito e em ordem. O aspecto das peças era magnífico. Com o passar do tempo, do frio, calor e uso, a cera ia se desmanchando e os defeitos iam ganhando vida. Sinceridade é “sem cera”, ou seja, sem máscaras, sem retoques, sem querer ser o que não é. Achei bonita a explicação dele.”
“Senti sua falta, mas eu não voltei porque era só isso: Falta. Falta do bem que você causava, falta das brincadeiras, dos seus ciúmes e das nossas conversas. Falta das madrugadas assistindo filmes e das suas trapalhadas. Eu não voltei porque senti falta do que nós éramos, e não do que somos agora.”
“Eu desperto medo, sou o pesadelo dos fracos!
Sou o passado, o presente e o futuro!
Eu sou o tempo, o senhor da razão!
Sou forte, o senhor da minha arena!
Gigante do Brasil, conquistador da América, conquistador do Mundo!
Eu sou Aquele que todos Temem!
Eu sou a Lenda!
Eu sou São Paulo!”
“Não vai ser qualquer gentinha à toa, que vai enfraquecer minha fé na vida e minha vontade de sorrir pro mundo.”